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Descubra qual é o melhor momento para renovar seu parque fabril

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Você sabe qual a vida útil da sua máquina? Essa pergunta é extremamente importante para que a empresa possa se planejar e usufruir ao máximo seus equipamentos. Esse ciclo de vida começa no exato momento em que a máquina foi adquirida e vai até sua desativação completa.

Usualmente, o ciclo consiste em quatro fases principais: aquisição, implantação, operação e desativação. Cada fase tem uma forte ligação com a produtividade e qualidade das peças produzidas, além de estar alinhada à estratégia de negócios da empresa, fatores que devem ser considerados na hora de modernizar a planta industrial.

A gestão adequada desses equipamentos é o que determina seu sucesso. Com as empresas iniciando sua caminhada na era da Indústria 4.0, conhecer seu parque tecnológico é um investimento que não pode ser ignorado e, para maximizar seus ativos, é preciso monitorar sua utilização, uma tarefa que envolve atividades operacionais e seus custos, além do ROI. Dessa forma, é possível analisar se o valor gerado atende às estratégias de negócio da empresa.

Uma boa gestão do ciclo de vida de ativos entrega diversos benefícios:

  • Prolonga a vida útil dos equipamentos
  • Aumenta a produtividade e confiabilidade da operação
  • Mantém os custos com manutenção em um nível aceitável
  • Gera maior eficiência operacional
  • Melhora a rentabilidade do negócio
  • Aumenta a satisfação dos funcionários e sua produtividade

Etapas do ciclo de vida

Apesar do ciclo de vida de uma máquina ou equipamento começa com sua aquisição, é preciso avaliar alguns aspectos para investir corretamente. O primeiro é identificar as necessidades da empresa, conhecer detalhadamente os motivos pelos quais determinada máquina ou equipamento é importante para a estratégia de negócios. Essa análise deve levar em conta a opinião de todos os envolvidos em sua operação ou manutenção, e deve avaliar as soluções disponíveis, qual será o ROI, forma de aquisição, etc.

Feito isso, é necessário entender qual será a função desse novo ativo, seu uso e as metas que devem ser alcançadas. Nesse ponto, a empresa também deve avaliar se será preciso incluir opcionais neste equipamento.

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Aquisição

Resolvida a estratégia, metas, qual equipamento será adquirido e quais opcionais necessários, o passo seguinte é fazer a aquisição. Esse é o momento em que é feita a negociação dos termos contratuais – incluindo garantias, manutenção, responsabilidade sobre os reparos, etc.

Implantação

Enquanto algumas máquinas são entregues prontas para uso, outras precisam ser instaladas e monitoradas. Nesse ponto do projeto, pode ser necessária a intervenção do fornecedor para a instalação do equipamento. Também será importante o monitoramento dos custos envolvidos e do tempo gasto pela equipe interna responsável pelo projeto. Nesta etapa é imprescindível que a documentação técnica para o equipamento seja criada, junto de um cronograma de manutenção.

Operação

Essa é a fase mais longa do ciclo de vida dos equipamentos, pois envolve todo o período de utilização do maquinário. Também é um período em que os equipamentos podem apresentar falhas ou precisar de atualizações. Exatamente por isso, o cronograma de manutenção deve ser claro e a operação de manutenção deve ser preditiva, pois oferece uma maior eficiência, permitindo que os períodos em que o equipamento ficará parado sejam menores e possam ser programados para que não impacte no dia a dia de trabalho.

Desativação

É chegada a hora de substituir o maquinário. Um bom gerenciamento do ciclo de vida permite que essa substituição seja feita no melhor momento possível para que prejuízos ou aumento nos custos de produção não ocorram.

O momento da troca

  • No instante em que os custos de operação ou manutenção passam a prejudicar os negócios ou simplesmente se tornam muito altos, a mudança é necessária. Mas não são apenas os custos que determinam a hora de trocar o seu equipamento.
  • Com o prolongado tempo de uso o equipamento tende a apresentar mais falhas causadas por desgaste. Nesse momento, as modificações ou atualizações entram em ação, mas chega uma hora em que, tecnologicamente, isso não é mais possível.
  • A capacidade produtiva, os custos com manutenção, o custo da troca do equipamento e as novas tecnologias são fatores que devem ser analisados em conjunto para ter a indicação de que a desativação ou troca é necessária.
  • O gerenciamento do ciclo de vida dos equipamentos visa garantir que eles estejam sempre disponíveis para atingir aos objetivos da indústria e para que a produtividade e eficiência possam acompanhar o crescimento da empresa.
  • Com o auxílio de nossos especialistas, você pode encontrar uma máquina moderna, automatizada, robusta e que atenda da melhor forma suas necessidades produtivas, podendo usar a sua máquina Romi antiga como parte do pagamento para uma máquina nova.